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Mar Aberto e Espaço Aberto

No dia 6 de agosto a bloom realizou a primeira edição do Mar Aberto, evento online e 100% gratuito que, através do Espaço Aberto (ou Open Space, saiba mais aqui), propôs um espaço de diálogo livre e colaborativo para engajar profissionais em temas de carreira e autoconhecimento dentro das Ciências do Mar.



A programação foi construída de forma colaborativa juntamente com os participantes, que puderam propor e ancorar temas de conversas para preencher o espaço e tempo livre reservados para programação do evento.


Ao todo, tivemos dois blocos, cada um com seis salas de conversas, onde foram ancorados os temas e pelas quais os participantes podiam transitar livremente. Os temas propostos e seus respectivos âncoras foram:

  • O Diálogo como um caminho para superar os desafios nas carreiras das ciências do mar - Por Thaís Lopes e Rafael Monteiro

  • Oceano e Relações Internacionais - Por Maria Victoria Vilela

  • Como os diferentes conhecimentos do mar podem ajudar a construir um mundo mais justo social e ambientalmente? Por Adriana Lippi

  • De que maneira a Cultura Oceânica pode instigar nas questões de pertencimento dos povos litorâneos? - Por Michele de Souza Fanfa

  • Educação ambiental: onde estamos errando? - Por Marcello Soares Santos

  • O papel da interdisciplinaridade nas Ciências do Mar - Por Leandra Gonçalves

  • Casa-mar, corpo-lar e o movimento: uma discussão tão política quanto divertida' - Por Anabê Memelli

  • Gênero e Ciências do Mar - Por Leandra Gonçalves

  • Como aumentar a representatividade das mulheres negras nas ciências marinhas? - Por Bárbara Ramos Pinheiro

  • Engajamento e representação da (o) profissional em ciências do mar - Por Mariana Gandra

  • Empreendedorismo, paixão e dinheiro nas ciências do mar - Por Luiza Fernandes

  • Lidando com a Síndrome do Impostor - Por Natalia de Miranda Grilli


Quem esteve no Mar Aberto?


No início da nossa programação, no momento que gostamos de chamar de chegança, onde apresentamos um pouco sobre a bloom e sobre a programação do dia, aproveitamos para passar enquetes e descobrir um pouco mais sobre a audiência que estava ali nos acompanhando. O que descobrimos foi o seguinte:


A maioria do nosso público foi feminino, cerca de 84% dos presentes.

A faixa etária que teve mais representatividade foi a dos 25 a 29 anos (32%), seguida da dos 20 a 24 anos (23%).

Cerca de 35% está cursando o ensino superior.

A maioria (67%) se identifica como branca, mas tivemos a presença de pessoas de todas as raças.

Além disso, navegamos por todas as regiões do Brasil (uhul!), com a maior parte dos presentes das regiões sudeste (42%) e sul (27%).

O que emergiu durante o Mar Aberto?


Mesmo o evento já tendo uma pegada mais reflexiva em sua essência, trazendo vários temas a tona e convidando ao pensar e compartilhar coletivo, acreditamos que ninguém (ou quase ninguém) imaginava o quanto precisávamos deste momento. Este pode ter sido um primeiro insight.


Percebemos que propiciar um ambiente onde há o empoderamento e autonomia dos indivíduos que fazem parte dele também foi parte fundamental para que estes se sentissem confortáveis, viabilizando o afloramento de ideias que poderiam não surgir em ambientes mais controlados e hierarquizados. Isso também tem muito a ver com paixão e responsabilidade, elementos importantíssimos para a sustentação de um Espaço Aberto (falamos mais sobre isso aqui).


E a quantidade de coletivos que já atuam de diversas formas dentro da Ciências do Mar e estavam ali? @ligadasmulherespelooceano @canaloceanografo @corpocentrica, @ecofriendsconsultoria, @oceanonaestrada, @octomares, @oceanoparaleigos, @surfstonehouse, @marempufc. Além disso, a surpresa boa foi ter a presença de saberes e bagagens multidisciplinares, como pessoas da área do direito, relações internacionais, da saúde (sim, tínhamos um médico), biólogos, oceanógrafos, comunicadores entre outros. Como o interesse genuíno em algo pode nos conectar com pessoas incríveis, não é mesmo?! Mas será que nós temos a real noção do tamanho e da potência da nossa rede? Aliás, será que somos uma rede? Nos sentimos parte de uma rede? Atuamos em rede?


Essas perguntas passam sempre em nossas conversas e planejamentos. Aqui dentro da bloom emergiram e foram validados vários processos, ideias e inquietações. Estamos firmes no objetivo de colaborar com o ecossistema das Ciências do Mar de forma disruptiva, inovadora e criativa! Já estamos planejando o próximo Mar Aberto, mas enquanto isso, se quiser saber um pouco mais, nos destaques do nosso Instagram você pode conferir alguns relatos. Nos acompanhe que em breve teremos novidades!

Ao total tivemos cerca de 40 pessoas envolvidas em nossas conversas, que entrelaçam diferentes pilares norteadores da Década do Oceano e os seguintes Objetivos do Desenvolvimento sustentável:


ODS 4 - Educação de Qualidade: Assegurar a educação inclusiva e equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todas e todos.

ODS 5 - Igualdade de Gênero: Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas.

ODS 8 - Trabalho Decente e Crescimento Econômico: promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todas e todos.

ODS 10 - Redução de Desigualdades: Reduzir a desigualdade dentro dos países e entre eles.

ODS 11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis: Tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis.

ODS 14 - Vida na Água: Conservação e uso sustentável dos oceanos, dos mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável.

ODS 17 - Parcerias e Meios de Implementação: Fortalecer os meios de implementação e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável.



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